Combustível de Mudança

Os postos de combustível vão passar a vender combustiveis simples (que é como quem diz, mais baratos). Até há pouco tempo, fazia quem queria; agora farão todos (pelo menos em teoria). Visto que isto é uma imposição pela força da lei, questiono qual a verdadeira razão da imposição. Forçar um lobby tão grande como o dos combustíveis e das petrolíferas a aplicar mudanças que implicam custos, não me parece que seja feito de ânimo leve, nem sem grandes contra partidas.

Questiono se não será do interesse de ambas as partes (Sistema e Petrolíferas) que isto assim aconteça, mas sob a cortina de uma imposição. Dúvido que as petrolíferas tenham a humildade e os tomates para dizer: “As bombas de combustível mais barato, sobretudo as localizadas em hiper-mercados, estão-nos a causar prejuizos (ou lucros menores) e portanto temos de combater isso”.

É muito mais bonito não ter que dizer isso, e aplicar a solução sob a forma de imposição de uma lei. Aqui sim, me parece que existe uma parceria. Tu coças as minhas costas, eu coço-te os tomates. Tenho algumas dúvidas do benefício para o consumidor. Claro que haverá, mesmo que ténues. Mas isto parece-me mais uma acção de recuperação de consumidores perdidos, em detrimento das bombas mais baratas. Com meia dúzia de promoçoes e pontos em cartão, as grandes deverão conseguir recuperar (pelo menos uma parte) daquilo que perderam ao longo dos anos.

Isto porque a ideia de que o mercado dos combustíveis é livre e atua em concorrência perfeita e das maiores merdas que se pode dizer. basta fazer uma auto-estrada e verificar que a diferença de preços entre BP, Repsol, Galp é 0 (zero, caso haja dúvidas).

Mas atenção, nem tudo é mau, nem tudo é criticável. Quero terminar esta exposição com uma ideia positiva, e será esta que quero que fixem:

É possível forçar as grandes empresas a aplicar mudanças que são do nosso interesse. Deixem de comprar o produto de uma empresa, e ela terá que tomar medidas. Todos querem o vosso dinheiro, façam com que tenham que fazer para o merecer. Isto aplica-se a toda e qualquer empresa/produto.

A Mudança parte de cada um, a força vive em cada decisão que tomamos. A escolha somos nós.

Ref: http://observador.pt/2015/04/12/combustiveis-low-cost-chegam-quinta-feira-mas-nao-se-sabe-se-precos-vao-baixar/

Seborreia e as suas causas

“Dermatite seborreica, sebopsoríase ou seborreia pode ocorrer em diversas áreas do corpo. Normalmente forma-se onde a pele é oleosa ou gordurosa, como couro cabeludo, sobrancelhas, pálpebras, vincos do nariz, lábios, atrás das orelhas e tórax.”

Não me interessa falar aqui da condição em si, mas da imagem que ela transmite. A própria palavra “Seborreia” é por si só, desagradável. É demasiadamente parecida com Diarreia, que se encontra um pouco mais abaixo no nosso corpo, e no fundo é também ela uma expulsão de um excesso, sendo que a Seborreia se manifesta no topo de corpo.

Serve esta introdução para lançar o tema deste artigo: os virais de merda (ou, no caso, de Sebo).

De certeza que fizeram parte da experiência que surgiu em meados de Fevereiro sobre um vestido. Era branco e dourado, ou azul e preto? Este tipo de questãos parece pertubar de sobremaneira o nosso intelecto, dando azo a discussões a uma escala mundial. A verdadeira pergunta a retirar deste viral, seria (e utilizarei um excerto de uma canção dos Mão Morta):

“Mas o que é que isso interessa?” Tu disseste: “Nada”.

É mesmo isso: NADA. Não contribui em nada para a nossa evolução. Foi giro, falou-se muito, mas pronto, acabou e contribuiu apenas para que ganhassemos um pouco de Seborreia no couro cabeludo.

Se este questionamento viral fosse um caso isolado, não seria preocupamente. Era novidade, foi o que foi e seguimos em frente, rumo a temas mais estimulantes. Nem por isso, porque aqui há gato (verão a piadola forçada que fiz aqui, lendo este artigo: http://www.noticiasaominuto.com/mundo/372621/esta-este-gato-a-subir-ou-a-descer-as-escadas

Gostaria de referir o texto da notícia que diz, e cito: “A discussão vai longa e as opiniões puxam para os dois lados, mas não há ainda uma resposta para a questão que paira na cabeça de milhares de internautas.”

A sério? Estamo mesmo a perder tempo a tentar desvendar este enigma? A sério?

“Mas o que é que isso interessa?” Tu disseste: “Nada”.

É preocupante assistir ao tempo que se perde com questões que apenas acrescentam seborreia ao nosso couro cabeludo. Corremos o risco de criar uma camada tão grande, que já nada entra e nada sai.

Lembrem-se: sempre que estiverem expostos a coisas que vos causam seborreia, de seguida vão lavar a cabeça com outra que higienize a mente.

Por exemplo: depois de lerem este artigo, recomendo que leiam algo que contribui para o vosso intelecto, e não para a vossa Seborreia.

Referência vestido: http://expresso.sapo.pt/o-vestido-que-esta-a-enlouquecer-a-internet-branco-e-dourado-ou-azul-e-preto=f912781

Sobre poluição

Foi implementada em Lisboa uma proibição de circulação a carros com 15 ou mais anos há já algum tempo. Não é novidade, tal como a imbecilidade não o é. Mas não julguem que com isso, os implementadores de semelhante medida, não são sensíveis aos problemas que isso causa aos automobilistas detentores das referidas viaturas.

Para ajudar os coitadinhos que possuem carros antigos (esses forretas, que teimam em não comprar carro novo), existe o Ultimate Cell! Ainda não vi à venda na TV, mas acho que dava um excelente produto de televendas, como todo o produto de merda que realmente não precisamos (fica a dica).

Para instalar esta maravilha da tecnologia, basta largar €250 e o carro antigo está apto a circular nas zonas sensíveis da cidade, qual velho munido de pacemaker.

Então, porque estou eu para aqui a maldizer uma coisa que até faz sentido? Reduzir a poluição não é importante? É. Palminhas para isso tudo que é eco-bonito-capa-de-jornal-bem. Mas como podem ler na notícia (http://www.noticiasaominuto.com/pais/366196/carros-antigos-vao-poder-circular-em-lisboa-pagando-250-euros), e passo a citar: “aquando da aquisição é celebrado um seguro de responsabilidade civil geral, explica o Expresso, salvaguardando quaisquer falhas que o sistema inovador possa ter.”

Ora bem, dois pontos a considerar:

1 – é celebrado um seguro. Boa, já se avizinha os negócios à volta desta obrigatoriedade de ter um seguro. Alguém o pagará certamente, não sei quem seremos.

2 – o seguro é para salvaguadar quaisquer falhas que o sistema inovador possa ter. A sério? O sistema inovador declara à partida que pode ter falhas? Então para que serve essa merda? Ou funciona, ou não funciona. Ok, pode avariar, tudo bem. Agora partir de pressuposto que é necessário um seguro, porque o sistema à partida tem falhas? E é português, portanto alguém também está a ganhar dinheiro com isso.

Resumindo, que já estou a produzir muita poluição e não quero ter que comprar um Ultimate Cell (já agora, que nome tão português): proibe-se a circulação automóvel, apenas para depois a permitir desde que se pague a instalação de um produto que não garante eficácia, existindo para isso um seguro. Estas ideias de merda fazem-me lembrar a EMEL. Muitos se revoltaram, era uma vergonha. A verdade é que Portugal está pejados de “Emels” em muitas cidades.

 

Bonito cidadão, senta cidadão, rebola cidadão.

Carta aberta aos “trabalhadores” CP/Metro

Caros “Trabalhadores” de veículos de transporte públicos que se deslocam sobre carris: vão para o caralho! Isto, claro está, se os transportes em questão não estiverem de greve, mas acredito que poderão fazê-lo a pé, visto que no dia a dia não se cansam muito. Basta passar por qualquer um de vocês e ver que esforço físico é algo que desconhecem (retiro aqui da equação os técnicos de manutenção, porque esses são mesmo invisíveis).

Eu sei que as palavras que tenho para vos dizer não são bonitas. Passam sempre por combinações básicas como: “filhos de um grande puta”, “cabrões de merda”, “preguiçosos do caralho” e assim por diante. Isto porque há uma palavra que desconhecem, e que talvez devessem aprender: responsabilidade.

Parece uma palavra simples, não é? Pois, mas ser responsável é muito dificil, e vocês claramente não compreendem semelhante conceito. Eu sei, foi coisa que não aprenderam até à quarta classe, mas hoje em dia podem pesquisar online e tudo.

Há outra: respeito. Mas como vocês podem compreender, já perdi todo aquele que alguma vez poderia ter por vocês

Felizmente não devem nada à inteligência, e não se apercebem que com estas greves, as únicas pessoas prejudicadas são os utentes/clientes/utilizadores. Vocês acabam por não receber o valor salarial pelo dia de greve; a empresa não tem custos no dia de grave; quem já pagou o passe, não pode fazer nada se não olhar para ele e pensar: como seria bonito se fosse reembolsado por cada vez que estes merdas fazem greve…

Enfim, acho que ainda não fui muito explicito quando digo que quero que vocês de fodam todos, sindicalistas e carneiristas. Ao contrário da TAP, gostaria que fosse possível fazer uma “requisição privada” para provatizar ambas as empresas e talvez aí o conceito de responsabilidade fosse incutido nesses mentes pequenas e retrógradas.

Longe vai o tempo em que compreendia a vossa atitude, mais longe ainda vai o tempo em que vos aplaudia. Agora apenas quero que se fodam, e perdoem-me a repetição, mas preciso que percebam mesmo a ideia. E não é “quero que se fodam com prazer”, compreendo que no vosso caso tenho que explicar muito bem as coisas. “Quero que se fodam” duma maneira bastante desagrável.

Entretanto, um feliz natal, que entrem no novo ano com o pé que quiserem e, não sei se já vos disse para ir para o caralho… bem, perceberam a ideia…

PS: se algum trabalhador das empresas citadas se sentir ofendido, gostaria de acrescentar que “Pedimos desculpa pelos incómodos causados”.

Abraçinhos

A queda de um banjo (e outras filosofias)

Muita notícia tem corrido sobre o caso da prisão de José Sócrates. Bem, se interpretarmos a palavras “notícia” como estando nela pressuposto algum tipo de informação, nesse caso não tem havido muitas. É como ouvir um banjo tocar depois de ter caido e ter ficado seriamente danificado (é, foi só para justificar a merda do título, aprendi com a CMTV).

Antes de começar a escrever este artigo, confesso que fui defecar (e sim, lavei as mãos), e fiquei na dúvida se tal acto resultou de algo que comi, ou se da acumulação de matéria tóxica resultante de sobre-exposição a telejornais.

Não é chocante que um político seja condenado e consequantemente preso… é talvez surpreendente, tendo em conta o sistema em que vivemos. É algo raro? É pois, infelizmente e tendo em conta todos os casos que surgem nos jornais e não chegam sequer à rua onde fica o tribunal.

Mas adiante, porque o meu objectivo não é falar de para quem as luzes apontam, mas sobre quem aponta as luzes e da forma que o faz. Ao ver qualquer telejornal, em particular os que pertecem a canis de “notícias”, é triste verificar como é vazio o espectro informativo em Portugal. É preferível ter comentadores a falar sobre nada, câmaras apontadas para coisa nenhuma, filmar carros que poderiam ser o do vizinho, a sair à pressa da garagem porque tem que ir comprar tabaco à bomba…

Há pouco tempo, contamos com o infame surto da legionella de Vila Franca de Xira, onde curiosamente não havia ninguém que fosse de Vila Franca e estivesse infectado. Curiosamente, a grande maioria das pessoas associou o surto à cidade em questão. Mais do que qualquer doença ou virus, tanto a estupidez como a ignorância propagam-se a uma velocidade estonteante, especialmente quando aqueles que dizem ser os nossos agentes informativos, despejam alarmismo e diretos à pressão, sob o ímpeto de ser o primeiro a (des)informar. No meu da confusão, está a verdade. Mas esta vende pouco, nem sequer chega a ser muito interessante, e se observarmos bem, dá para resumir em pouco tempo, coisa que não interessa nada a canais que debitam “informações” 24h. Imaginem só a quantidade de informações realmente relevantes que estão inaudíveis à conta deste ruído.

Em nome das audiências, vale tudo, excepto a ética, a moral e o código deontológico dos jornalistas. Ficam aqui umas passagens desse texto há muito esquecido:

Código Deontológico do Jornalista


1. O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.

2. O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.

3. O jornalista deve lutar contra as restrições no acesso às fontes de informação e as tentativas de limitar a liberdade de expressão e o direito de informar. É obrigação do jornalista divulgar as ofensas a estes direitos.

4. O jornalista deve utilizar meios legais para obter informações, imagens ou documentos e proibir-se de abusar da boa-fé de quem quer que seja. A identificação como jornalista é a regra e outros processos só podem justificar-se por razões de incontestável interesse público.

5. O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentem a sua consciência.

6. O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.

7. O jornalista deve salvaguardar a presunção de inocência dos arguidos até a sentença transitar em julgado. O jornalista não deve identificar, directa ou indirectamente, as vítimas de crimes sexuais e os delinquentes menores de idade, assim como deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor.

8. O jornalista deve rejeitar o tratamento discriminatório das pessoas em função da cor, raça, credos, nacionalidade, ou sexo.

9. O jornalista deve respeitar a privacidade dos cidadãos excepto quando estiver em causa o interesse público ou a conduta do indivíduo contradiga, manifestamente, valores e princípios que publicamente defende. O jornalista obriga-se, antes de recolher declarações e imagens, a atender às condições de serenidade, liberdade e responsabilidade das pessoas envolvidas.

10. O jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios susceptíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesse.

Aprovado em 4 de Maio de 1993

Fonte: http://static.publico.pt/nos/livro_estilo/29-codigo-d.html

sobre deseducar

Nos últimos dias as redes socias estão a pulsar com aquelas merdas que pouco relevo tem na vida: ou são as cheias de Lisboa (que interessam tanto ao resto do país como as greves de metro da mesma cidade); ou a Jessica Athayde e a sua não gordura (nunca se falou tanto sobre uma modelo que come demais em relação às outras, nem tão pouco se deu tanta relevância a um assunto tão vazio, não fosse o mundo da moda vazio por si só); ou o Ébola e a todo o histerismo lançado pelos media de forma irresponsável (não digo que não deve haver prevenção, mas já passamos a linha da estupidez) – peço desculpa pelo excesso de parênteses, mas acabo de receber uma remessa deles e estava mortinho por usá-los.

O que me preocupa realmente, é o que diz Daniel Oliveira na sua página de Facebook: “O Ministério da Educação vai sofrer o mais brutal corte orçamental em todo o governo: 700 milhões de euros (11,3%) a menos. É o melhor resumo do programa deste governo para o futuro deste País.” (in facebook.com/danieloliveira.lx)

Como se não bastasse esta amena cavaqueira com a colocação de professores, que prejudica tantos os docentes, como os alunos, heis que surge mais um prego no caixão da educação. Um corte de 11% é gigante! GIGANTE! Acham que que qando uma conta sobe 1% é muito? Acham que quando a gasolina fica mais cara 1 cêntimo, isso modifica a nosso orçamento? Pois bem, um corte de 11% na Educação é assustador. Não bastava a justiça ser uma anedota e a cultura estar erradicada enquanto tutela governamental, mas agora dá-se uma machadada sem dó nem piedade numa das áreas mais importantes da estrutura social.

Gostaria de acreditar que estes míseros 700 milhões são uma espécie de excendente, que são dispensáveis e que serão aplicados em áreas mais relevantes. No entanto, a Educação parece-me uma área um pouco relevante, digo eu…

Cheios de vazio(s)

Acabo de ler um artigo que diz o seguinte:

“Presidente da Câmara diz que não existe solução para as cheias em Lisboa. O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, disse, esta terça-feira, que “não existe solução” para as cheias na cidade, refutando as críticas dos partidos da oposição que pedem a execução do plano de drenagem.”

(fonte: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=4179210)

Acho estas declarações verdadeiramente fantásticas. É o real “estou-me pouco fodendo para isso”. António Costa está de saída, com ambições mais altas, e a câmara já não lhe interessa desde que derrotou Seguro. Chegando a este ponto, duas coisas preocupamentes ocupam o meu pensamento, refletido em dois cenários:

1 – António Costa chega a primeiro ministro. Para quantas coisas dirá que não existem soluções? Quantos encolher de ombros poderemos nós ver? Talvez durante o verão não haja soluções para os incêndios… Talvez perante a dívida não haja solução para pagá-la senão através de impostos… Uma pessoa que toma esta posição perante um problema local, será muito mais displicente com problemas nacionais. Que interesse terá para António Costa e seu hipotético governo, os problemas das gentes de Bragança? Nenhum! Mas no fundo, acho que o seu problema foi a sinceridade, que me passa para o segundo cenário:

2 – António Costa está de olho na cadeira de Primeiro Ministro, e já nem quer saber. Chega mesmo a ser demasiadamente honesto. Se estivesse a pensar ficar na câmara, diria provavelmente que estaria a estudar soluções, a reunir com equipas para resolver o problema… Quando os políticos tem algo maior em mente, descartam o seu atual papel, aquele para o qual foram eleitos, e vemos as suas verdadeiras cores: os verdes crédito.

Apercebemo-nos como somos governados por gente vazia, e estamos cheios dessa gente… A fé no sistema cai por terra, mas não erguemos os punhos no ar. Encolhemos os ombros, madizemos em cafés, aguardamos um canalha com pele de Sebastião… Temos o que merecemos.

A justiça cheia de erros e parada, segue o caminho da educação. Para falar disso, teria que ser noutro artigo, tal é a amena cavaqueira. Por falar nisso, até Presidente da República acha mais relevante falar de sémen de cavalo que de problemas nacionais… coiso